O RJPrev, fundo de previdência complementar que o governo do estado está criando para cuidar de aposentadorias e pensões dos futuros servidores, terá uma regra específica para o funcionário que se aposentar solteiro, se casar depois e quiser deixar uma pensão para a companheira. Nesses casos, o valor da complementação será reduzido, para deixar uma sobra maior do montante que ele poupou no período de atividade e, assim, garantir recursos para o pagamento da pensão à esposa no futuro.
— Podemos pensar em casamento só por amor — brincou Gustavo Barbosa, presidente do Rioprevidência.
Além da complementação do RJPrev, os futuros servidores também ganharão o teto do INSS (R$ 4.159).