O governo fluminense conseguiu desbloquear nos últimos dois meses R$ 1,1 bilhão em recursos provenientes de royalties do petróleo que haviam sido retidos para garantir o pagamento de operações de crédito contraídas com investidores estrangeiros entre 2014 e 2018. No período, o Estado levantou US$ 3,7 bilhões no exterior em três captações financeiras que - em conjunto - ficaram conhecidas como Operação Delaware. Os empréstimos foram lastreados por papéis criados a partir da securitização (conversão em títulos) do fluxo futuro de royalties.
Os recursos estavam congelados como garantia contra eventual queda nas receitas de royalties e participações especiais. Além do montante de R$ 1,1 bilhão liberado em abril, o Estado conseguiu evitar a retenção de mais R$ 1,3 bilhão, em março. Os recursos ajudam a engordar o caixa do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro (Rioprevidência).
"Nossa previsão era de um fluxo de caixa de R$ 1,5 bilhão em royalties para o primeiro semestre deste ano", afirmou Sergio Aureliano, presidente da autarquia estadual. "Conseguimos receber até agora R$ 3,9 bilhões em royalties."
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