Os municípios do Estado do Rio poderão optar, também, em seguir a tabela de alíquotas progressivas que passa a ser aplicada pela União a seus servidores. Nesse modelo, paga mais quem tem salários maiores e o percentual chega a 22%, mas de forma escalonada.
O menor percentual é de 7,5%, aplicado para a faixa salarial até um salário mínimo (R$ 1.045). E a alíquota maior, de 22%, é para valores acima de R$ 39 mil.
Porém, o presidente do Rioprevidência, Sérgio Aureliano, que tem liderado grupos de trabalho com gestores previdenciários, ressalva. Ele explica que, na média, a alíquota dos entes da federação não poderão ser inferiores à aplicada pela União. E, por isso, todos terão que subir os percentuais de contribuição a 14%.