De olho na crise internacional que provocou a queda do preço do barril do petróleo, o governo estadual criou um grupo de trabalho encabeçado pelo governador, Wilson Witzel, para acompanhar a situação e avaliar possíveis cenários e a tomada de decisões futuras.
A queda do preço do petróleo impacta diretamente nos valores dos royalties e participações especiais, uma das principais fontes de arrecadação do estado, usadas para o pagamento das aposentadorias e pensões.
A equipe também conta com o vice-governador Claudio Castro, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão, o secretário de Governo, Cleiton Rodrigues, o secretário da Casa Civil, André Moura, o secretário de Fazenda, Luiz Claudio Rodrigues, o procurador-geral de Estado, Manoel Lopes e o presidente do Rioprevidência, Sergio Aureliano.
"O governo do estado acompanha atentamente as oscilações do mercado de petróleo e câmbio", disse o Rioprevidência, por meio de nota.
No ano passado, graças à boa arrecadação dos royalties, o governo pagou o13º do funcionalismo antecipado, no dia 2 de dezembro, já que o Rioprevidência não precisou recorrer ao socorro do Tesouro estadual. Em 2019, o Rio recebeu mais de R$ 13 bilhões oriundos dessa receita.